segunda-feira, 30 de maio de 2011

How could you be so heartless?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Aconchego*

A vida tem altos e baixos. E nunca se sabe quão baixo se pode chegar até lá estar. Eu hoje sinto-me em baixo, sinto-me pequenina. Ainda assim, tenho pessoas na minha vida que fazem com que o meu coração (embora estando muito pequenino) se sinta aconchegado. 
Chega a uma altura em que percebes realmente quem vale a pena, percebes com quem poderás contar. Eu já sabia mas hoje, felizmente, não tenho réstia de duvida. Estou triste, e ao mesmo tempo consigo sentir-me feliz... feliz por ter amigos assim, feliz por sentir que gostam de mim, feliz por sentir que sabem que estou aqui, que sempre estarei, feliz por estarem comigo. Feliz por saber que não me enganei, feliz por ter dado valor a quem merecia, feliz por todos os dias me provarem que merecem. Não faço nada à espera de retribuição, mas é tão bom quando nos sentimos retribuídos, e ao dizer o contrário estaria a mentir. É tão bom sentir que gostam de nós, que fariam por nós tudo aquilo que eu sei ser capaz de fazer por todos eles. É bom, e faz-me bem, fazem-me bem e por isso, OBRIGADA.

Amizades que valem ouro? Eu tenho. Pessoas fantásticas a rodear-me? Eu tenho.
Se algum dia as esquecei? Impossivel.
Se as levo para a vida? Dado mais do que adquirido.

Sinto-me um ser pequenino, mas aconchegado.

21 de Junho de 2011

Diziam que o mundo ia acabar. Ria-me. Ria-me por achar uma perfeita estupidez, nada o indicava, nada o dizia, nada fazia desse dia, o dia do fim do mundo. Pois bem no melhor pano cai a pior nódoa. O meu mundo não acabou mas desabou a meus pés. Tudo o que era sólido, as minhas bases, os meus pilares, desabaram, foi-se tudo num simples segundo, com uma simples noticia. Simples, que de verdade, de simples não tem nada. Merda de doença, merda de sorte que não existe, merda de Deus que não castiga quem realmente merece. É a segunda vez que ela enfrenta esta nódoa, a segunda vez! Para quê, porquê? Há justiça neste mundo? Nunca houve. Apetece-me mandar tudo à fava. Apetece-me sair daqui a correr e ir ter contigo, dar-te um abraço, dizer que te amo, dizer que te quero comigo, dizer que preciso que lutes com todas as tuas forças, dizer que não suportarei que me abandones. De mim terás a força, o sorriso, a alegria, o amor, o que mais precisares, de ti, só preciso de força e vontade de viver, vontade de ficares conosco. 



Minha, comigo, até ao fim! Um fim distante, muito distante. Não suportarei o contrário.

"Coisas"

As "coisas" são mais do que aquilo que vemos, toda e qualquer coisa tem mais significado do que aquilo que mostra. Nem tudo é visível, nem tudo é perceptível. "Coisas" são aquilo que realmente significam, e não apenas e só o que nos transmitem, não chega o que os meus olhos vêem, o que as minhas impressões me transmitem. Quero tanto que não seja tão mau como parece. Quero tanto que seja muito mais pequeno do que aquilo que transmite. Quero que tenhas mais força que nós todos juntos. Quero que superes isto e um dia mais tarde penses nisto como uma fase má que passou, que o sofrimento que causou foi suportável, que passou para não mais voltar. Quero que fiques bem, és a minha maior força. És minha, e quero que o sejas por muito mais tempo, por todo o tempo. Não sei o que fazer sem ti, não sou ninguém sem ti. Fica comigo, preciso de ti.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sick and tired!

Apetece-me gritar. Estou cansada, não me sinto bem e não tenho tempo nem espaço. Apetece-me gritar e não posso, demasiadas pessoas me rodeiam! Sentimentos maus me atormentam, não sou assim, não quero ser. Estou a sentir-me demasiado cansada, demasiado esgotada, e não sei para que lado me virar. Melhores dias precisam-se.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Um dia.

Sinto-me afundar em pensamentos. Completamente inundada em sentimentos, por vezes perdidos dentro de mim, esquecidos.Teimam em não desaparecer, teimam em fazer-me fraquejar, teimam em fazer-me pensar, teimam em deixar-me triste. Preciso de libertar tudo de dentro de mim, preciso de me libertar disto que me impede de sorrir, que me impede de ser genuinamente feliz. Cansada de destruir tudo em que toco. Cansada de não fazer nada de jeito. Cansada de tentar fazer sempre o que é correcto. Cansada de pensar mais nos outros do que em mim. Cansada de me deixar ultrapassar, de deixar que me deitem abaixo. Cansada de sentir que fazem de mim gato sapato. Cansada de me fazer de forte. Cansada de ter de superar sempre tudo, mais que isso, cansada de ter de suportar sempre tudo com um sorriso nos lábios. Cansada de dizer 'está tudo bem', 'eu compreendo', 'não faz mal'. Cansada de desculpar sempre tudo. Cansada de me desculpar, quando não acho ter culpa. Cansada de me torturar para não magoar ninguém. Cansada de ouvir e não ser ouvida. Cansada de ajudar e não ser ajudada. Cansada de ter de lutar, sempre, por tudo, até à mais ínfima força do meu ser. Cansada de ter este peso dentro de mim, que me assombra de tempos em tempos.
Preciso de me libertar. Preciso de algo novo. Preciso de algo bom. 

Erro? Sim. Sofro? Sim. 
Genuína e completamente feliz? Talvez seja, um dia!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

In The End!

"In the end it doesn't even matter"

Curvas e contra-curvas!

Há dias em que repenso o passado. Em que repenso as atitudes tomadas, os erros cometidos, os momentos bons e maus pelos quais passei. Penso se terá tudo valido a pena. Se faria tudo igual. Como saberei? Como poderei saber se hoje voltaria a fazer tudo da mesma maneira? Fiz porque queria, fiz porque não estava em mim, fiz porque algo me fez fazer. Não fiz nada que não quisesse, acho. Mas porque é que me sinto obrigada a repensar tanto? Mas porque é que sinto que havia tanto que não devia ter feito? Ás vezes sinto que não estou em mim. Que sou um ser visitante no meu próprio ser. Que não sei onde estou, que não sei para onde vou. Sigo ao sabor do vento, vou andando...e até onde me tem levado? Hoje não sei, mas espero em breve descobrir.